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Na cenografia buscou-se uma concepção pouco comum no Teatro de formas animadas. A tri-dimensionalidade e a ocupação de espaços e planos resultou em uma dinâmica de representação cenográfica. A cidade de Curitiba ficou nas entrelinhas, com alguns de seus ícones, escolhido por "relações afetivas" pelos componentes do grupo.

O prédio abandonado, representando o real, situado no marco zero de Curitiba e onde desenrola-se toda a trama, transforma-se no velho elevador onde os quatro jovens vivem o momento anterior a invasão da polícia. Esta cena, em preto e branco, possui uma escala maior, quebrando os padrões da cenografia geral.

A iluminação pontual e não tradicional (feita com tubos de neon e lâmpadas de 3 watts) direciona o espectador e faz com que toda a estrutura fixe-se no olhar deste, levando-o a visualizar o todo, mesmo sem o estar vendo.

Foram utilizados materiais de ponta para o ano. O alumínio dominou as estruturas, que foram revestidas com polionda e foans. O não acabamento no material foi uma escolha conceitual. A matéria crua e nua. Somente a não iluminação para velá-la. As sombras fazem o imaginário recriar o espaço com relação a leitura de mundo de cada espectador.

 

O cenário

 

As referências